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Perguntas & Respostas

Pisos Cimentícios: São fabricados com concreto de alto desempenho, possuindo boa resistência e durabilidade, o que os tornam ideais para as áreas de lazer. Possuem variedade de padrões e medidas, sendo que os modelos antiderrapantes e atérmicos são os mais indicados para áreas externas. Porcelanato: Verdadeiro coringa entre os tipos de pisos, o porcelanato não é apenas o queridinho para o revestimento dos cômodos da casa – ele também está presente e pode ser utilizado sem receio nas áreas externas, até mesmo no piso da garagem. Além de estar disponível em uma enorme gama de cores e modelos – inclusive que imitam outros materiais, como mármore e madeira – o porcelanato não absorve água, desde que o local conte com pontos de escoamento, como ralos. Na hora de escolher o porcelanato para a área externa, opte por peças com acabamento natural ou rústico, para que o chão não fique escorregadio em contato com a água. Cerâmica: É um tipo de piso muito utilizado nas áreas externas, e também pode ser encontrado em diversos modelos e cores. No entanto, na hora de escolher a cerâmica para fora da casa é preciso se atentar ao PEI (medida de resistência à abrasão), que varia de 0 a 5. Quanto maior o PEI, mais a peça é resistente às intempéries do tempo. É indicada também a escolha de uma cerâmica antiderrapante, que não seja escorregadia. Fulget: Também conhecido como granilite rústica, trata-se de uma massa de cimento misturada com pequenos pedaços de outras pedras, como mármores, granitos, quartzos, entre outras. Essa mistura resulta em um revestimento resistente, fácil de limpar e antiderrapante. A desvantagem deste tipo de revestimento, no entanto, é possuir um acabamento bastante áspero, não sendo indicado, portanto, para áreas onde se anda descalço, como piscinas. Madeira: Os decks de madeira deixam a área externa com um toque rústico e aconchegante, além de remeter ao clima praiano. O material tem como vantagem não impermeabilizar o solo, já que não exige contrapiso, mas vale lembrar que o ideal é investir em madeira de reflorestamento (sustentável) tratada. Ao contrário do que muitos pensam, a madeira é sim resistente, quando cuidada adequadamente. Pedras: As pedras naturais podem ser encontradas em uma grande variedade de cores e texturas, o que é um ótimo ponto para a criação de áreas bonitas e elegantes. Na hora de escolher o material para a área externa, prefira as que apresentam textura áspera ou rugosa, antiderrapantes. Entre as pedras mais utilizadas em áreas externas estão o mármore levigado, a Pirenópolis, São Tomé, Mineira, entre outras.

Basicamente, os aditivos são os mesmos que os do concreto. No entanto, para argamassas, que não são estruturais e, por isso, têm outras demandas de desempenho, são mais comuns os aditivos modificadores reológicos e os incorporadores de ar. O incorporador de ar diminui o nível de tensões geradas por variação térmica do revestimento. Isso significa que, com o aditivo, o revestimento em argamassa se torna mais resistente às variações de temperatura e, mesmo exposto ao sol e à chuva, não solta da parede com facilidade. Outro ganho possível é a economia de material, pois a argamassa ganha volume devido ao ar incorporado. Além disso, a consistência muda e fica mais fácil aplicar a argamassa, inclusive com equipamentos de projeção, que agilizam o trabalho. É claro que aditivo em excesso pode comprometer a aderência, pois muito ar entre o revestimento e a parede facilita o desprendimento.

São incorporados em pequenas quantidades, normalmente dosados em relação à massa de cimento utilizada. Ou seja, quanto mais cimento, mais aditivo é necessário. Mesmo em pequenas quantidades, alteram o comportamento do concreto, mas não são capazes de "salvar" uma mistura mal feita. Apenas ampliam o potencial de utilização de um concreto bem-dosado. Seu controle deve ser rigoroso tanto devido ao custo quanto pelo fato de que pequenos erros na dosagem podem provocar grandes alterações no material. Outro aspecto importante é a garantia da homogeneização do aditivo na mistura para atingir a eficiência desejada. A mistura pode ser feita manualmente, em betoneiras estacionárias ou em centrais de concreto.